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Mauricio Barbosa |
A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) e a Liga Nacional de Basquete (LNB) informaram em nota conjunta nesta quarta (2), que com intermédio da FIBA, chegaram a um acordo e homologaram junto à entidade internacional um novo momento de governança do esporte no País, válido a partir da próxima temporada, quando o NBB voltará a ter chancela CBB.
“É um novo momento para o basquete brasileiro. Conseguimos, todos nós, junto da FIBA, e com grande suporte do nosso presidente de honra, Guy Peixoto Jr, chegar em entendimentos que tem tudo para termos ganhos para a modalidade, e que beneficia todo o ecossistema. Vamos trabalhar juntos para que a história do basquete brasileiro siga vitoriosa, trazendo mais desenvolvimento em todas as áreas”, citou Marcelo Sousa, presidente da Confederação Brasileira de Basketball.
As duas entidades tinham rompido ponta de um entrevero na justiça e a CBB retirou a chancela de campeonato nacional do NBB. Com isso, a liga não pode distribuir mais vagas continentais, o que prejudicou principalmente na Liga sul-americana. Já na Champions League das Américas, a própria FIBA negociou com a liga e com a CBB para ter as equipes brasileiras.
Com isso, o Novo Basquete Brasil (NBB) ficará configurada oficialmente a partir da temporada 2025/26 como a liga profissional da primeira divisão do Brasil e garante total conformidade com a estrutura regulatória da FIBA e do basquete brasileiro, ou seja, com sistema de rebaixamento e promoção com a Liga Ouro e Liga Prata servindo como divisões inferiores. Além disso, a CBB organizará a Copa do Brasil de Basquete (Supercopa) como um evento de pré-temporada, com detalhes a serem finalizados entre as partes.
“É com muita alegria que celebramos esse novo momento do basquete brasileiro. As duas entidades, junto à FIBA, souberam transformar as divergências em um propósito comum para a modalidade, o que nos traz muita motivação para construir uma nova história. Esperamos que nosso basquete fique cada vez mais unido e que consigamos juntos desenvolver ainda mais a modalidade no Brasil”, disse Rodrigo Montoro, presidente da LNB.
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