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De olho no Trofeo Città di Jesolo, Ginástica Artística Feminina realiza segundo Estágio do ano

De olho no Trofeo Città di Jesolo, Ginástica Artística Feminina realiza segundo Estágio do ano
Foto: Divulgação/CBG 




Do último final de semana até o próximo sábado (5), boa parte dos jovens talentos da Ginástica Artística Feminina do Brasil permanecerá envolvida com o II Estágio de Treinamento de 2025, no Centro de Treinamento Time Brasil, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. No dia seguinte àquele no qual se encerra o Estágio, a Seleção Brasileira já ruma para a Itália, onde disputa a 16ª edição do Trofeo Città di Jesolo, na província de Veneza.

“Essa é uma competição tradicional que nos acostumamos a utilizar em começo de temporada”, explica Francisco Porath Neto, Coordenador Técnico da Seleção Brasileira de Ginastica Artística Feminina.

No Rio, está em ação um grupo formado por adultas, jovens adultas recentemente promovidas da categoria juvenil, adultas que não vêm atuando em parte das competições internacionais e juvenis. A ideia, segundo Porath, é prosseguir mapeando atletas, de forma a estruturar um grupo mais numeroso, do qual seja possível pinçar ginastas para as diversas competições que integram o movimentado calendário de 2025.

“Temos aqui atletas que já vêm competindo no juvenil. Muitas delas estão no processo de agregar elementos mais difíceis a suas séries. É um momento, por exemplo, de consolidar elementos, e de adaptar também as séries ao novo código de pontuação”, explica Porath Neto.

O treinador faz questão de explicar que há um processo contínuo de observação ao longo do ano, integrado tanto pelas competições internacionais como pelas nacionais, das quais o Troféu Brasil é um exemplo.

Neste momento, na Barra, trabalha-se no sentido de incorporar um sentimento de equipe, de unidade, uma vez que o Città di Jesolo é uma competição de “gare a squadre”, como se diz em italiano, ou uma competição por equipes.

“A competição por equipes dilui um pouco a responsabilidade pessoal, e isso é muito interessante para atletas mais jovens. Não fica tão em primeiro plano a responsabilidade individual de acertar e ganhar. Um equívoco de uma ginasta pode ser compensado pelo acerto de uma companheira de equipe. Pudemos ver isso na conquista do bronze olímpico na competição por equipes de Paris, e tenho certeza de que quem viu nunca mais vai esquecer aquela jornada histórica da Ginástica do Brasil. Esse espírito continuamos a cultivar, de forma a fortalecer ainda mais a nossa Seleção”, afirma o Coordenador.

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