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Internacional rescinde com atleta da base que jogou banana em direção ao banco do Sport; STJD pune clube com portões fechados até julgamento

Reprodução

O Internacional agiu rápido e identificou quem jogou uma banana em direção ao banco do Sport Recife em partida entre as equipes no Brasileirão feminino 2025. Segundo o clube, uma atleta da base recém chegada ao clube - que não teve o nome revelado -  foi quem cometeu o ato, e que ela já foi desligada do clube:

"Buscamos as imagens, apuramos o fato. Infelizmente aconteceu um gesto que partiu de uma atleta da base recém-chegada ao Sport Club Internacional. Imediatamente, ontem à noite a atleta já foi comunicada do seu desligamento, hoje pela manhã foi efetivada a rescisão do contrato, era um contrato ainda de formação", disse Ivandro Morbach, vice-presidente do Conselho de Gestão do Inter, ao globoesporte.com

A banana foi arremessada da arquibancada nos acréscimos do segundo tempo. O fato aconteceu logo após um gol do Sport, que deixou o placar empatado por 2 a 2. Em nota, o Internacional repudiou o acontecido: " A Instituição reitera seu repúdio veemente a qualquer ato discriminatório e reafirma seu compromisso inegociável na luta contra todas as formas de preconceito, mantendo-se firme na promoção de um ambiente de respeito e igualdade dentro e fora de campo. O Sport Club Internacional se solidariza com a equipe do Sport Recife, colocando-se ao seu lado na busca pela apuração dos fatos e no combate à discriminação. O futebol deve ser um exemplo de inclusão e respeito, dentro e fora das quatro linhas.

E assim como Internacional, o STJD agiu rápido e determinou que o Internacional jogue o Brasileirão feminino com portões fechados até que o julgamento aconteça. O pedido foi feito pela procuradoria geral da CBF, para que tivesse uma resposta rápida ao caso:

“O futebol brasileiro agiu rápido no combate ao racismo. Em pouco mais de 12 horas, a Justiça Desportiva já proferiu uma decisão dura, colocando o Internacional para jogar com portões fechados até o que o caso seja julgado. Em casos de racismo a CBF sempre se antecipa e vai propor punições preventivas contra os racistas. Desta vez não foi diferente”, disse o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues.



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