Grandes nomes do esporte do Brasil e do mundo faleceram em 2025
Em 2025 nos despedimos de grandes nomes do esporte brasileiro e mundial, E neste post relembramos as principais perdas:
Pinha – Ex-ponteiro da seleção brasileira de vôlei nos anos 90, Pinha faleceu em abril, aos 52 anos. A causa sua morte não foi divulgada. Campeão mundial juvenil em 93, Pinha esteve nas edições da Liga Mundial nos anos 90 e na olimpíada de Atlanta em 1996, onde o Brasil caiu nas quartas de final.
Paulão (vôlei de Praia) – jogador de sucesso no vôlei nos anos 90, quando fez dupla com Paulo Emílio, Paulão faleceu aos 56 anos vítima de um enfarto no Chile, onde era treinador das duplas do país. Paulão foi o primeiro campeão do circuito brasileiro de vôlei de praia em 91, vice do circuito mundial em 92 e 93 e bronze do mundial de 97.

Biriba – Primeiro grande ídolo do tênis de mesa no Brasil, Biriba (foto acima) marcou época ao faleceu em setembro, aos 80 anos. ele assombrou o mundo em 1961, quando disputou o mundial de tênis de mesa com apenas 16 anos, e venceu o campeão do mundial anterior, o chinês Rong Guotan, que competia em casa. Ele chegou às quartas de final daquela competição, melhor colocação de um brasileiro até 2021, quando Hugo Calderano o superou.
Wanda dos Santos – Segunda mulher negra a representar o Brasil nos Jogos Olímpicos, Wanda morreu aos 93 anos, vítima de uma infecção sanguínea. Wanda competiu nos 80m com barreiras nos Jogos Olímpicos de Helsinque em 1952 e Roma 1960. Wanda também conquistou três medalha de bronze e uma prata em quatro Jogos Pan-americanos.
Basquete sofreu duras perdas em 2025
A comunidade do Basquete brasileiro perdeu muitos nomes lendários neste ano. O que mais foi sentido foi a perda de Wlamir Marques, craque da equipe bicampeão mundial em 1959 e 1963 e dono de dois bronzes em Roma-60 e Tóquio-64. O diabo Loiro faleceu em março, aos 87 anos.
Outra perda recente foi a da Pivô Cida Guimarães, que foi umas principais jogadoras da seleção feminina nos 50, onde conquistou dois títulos sul-americanos e abriu caminho na família, já que sua irmã mais nova, Maria Helena Cardoso, e seu filho Cadum, seguiram seus passos e criaram sólidas carreiras no basquete.
Este ano também dois grandes treinadores partiram: Antônio Carlos Vendramini, que fez grande parceria com Hortência, trabalhando 10 anos juntos, e que era o gestor do Unimed/Campinas, e Cláudio Mortari, campeão mundial interclubes com o Sírio em 1979 e grande carreira no basquete brasileiro.
A voz marcante de Léo Batista se foi

Ele nunca foi atleta, mas se tornou um dos jornalistas esportivos mais importantes da história brasileira. Léo Batista nos deixou aos 92 anos, em janeiro, vítima de um câncer no pâncreas. ele cobriu a primeira olimpíada transmitida em via satélite no Brasil, em Munique-72, dando voz aos boletins diários da competição. Desde então, até a Rio-2016, Léo esteve de forma direta presente na cobertura olímpica na TV Globo.
Sua última participação na TV foi em 26 de dezembro de 2024, falando de um esporte olímpico, explicando as regras do beisebol – que retorna aos Jogos olímpicos em Los Angeles-28 – ao lado de Guilherme Costa.
Perdas internacionais

A comunidade dos esportes de inverno ficaram chocadas quando Laura Dahlmeier (foto acima), biatleta dona de três medalhas olímpicas em Pyeongchang-2018, faleceu em um acidente ao escalar uma das montanhas Karakoram no Paquistão aos 31 anos. Seu corpo foi deixado na montanha, a 5.700 metros de altitude por conta do local de difícil acesso.
Outra morte que chocou a comunidade esportiva aconteceu durante os Jogos Mundiais, disputados em Chengdu, China. O italiano Mattia Debertolis disputava a prova de corrida de orientação – que era realizada sob forte calor – quando foi encontrado desmaiado e levado rapidamente para o hospital, onde faleceu quatro dias depois. Ele tinha 29 anos.

A lenda do boxe George Foreman (foto) foi outra grande perda esportiva. Ele, que foi campeão olímpico na cidade do México em 1968,fez um embate épico contra Muhammad Ali no Zaire em 1974 – a famosa ‘Rumble in the Jungle’ , retornou aos ringues após 10 anos aposentado para ajudar um centro infantil para ser campeão mundial novamente. E de quebra ganhou fama mundial como empreendedor com um grill com o seu nome que vendeu milhares de unidades. Foreman faleceu aos 76 anos em causas não divulgadas.
A campeã olímpica e oito vezes campeã mundial do Wrestling Hitomi Obara faleceu aos 44 anos, sem ter a causa divulgada. A wrestler japonesa foi induzida ao hall da fama da UWW em 2022 e tinha recentemente sido nomeada treinadora da seleção japonesa feminina ao lado de outra lenda, Kaori Icho.
Já o campeão olímpico mais velho do mundo nos deixou em outubro. O francês Charles Coste, que esteve na cerimônia de abertura de Paris 2024 sendo o penúltimo a carregar a tocha olímpica, faleceu aos 101 anos. ele, que era ciclista, foi ouro nas olimpíadas de Londres em 1948 na prova de perseguição por equipes.











