A Itália vai pra sua 25ª participação.
A Itália vai pra sua 25ª participação.

Sigla: ITA
Medalhas na história: Ouro: 42 | Prata: 43 | Bronze: 56 | Total: 141 – (12º no quadro histórico)
Em Pequim… Ouro: 2 | Prata: 7 | Bronze: 8 | Total: 17 – (13º)
Primeira Participação olímpica – Chamonix 1924
Maior medalhista olímpico: Alberto Tomba (3 ouros e 2 pratas)
A anfitriã dos próximos jogos vai para a terceira edição em seus domínios, a primeira vez sendo em Cortina d’Ampezzo 1956, depois em Turim 2006 e agora em Milão-Cortina d’Ampezzo 2026. Contando com as sedes já definidas até 2034, a Itália fica atrás somente de Estados Unidos e França entre os países que mais sediaram jogos de inverno. Curiosamente, França e Estados Unidos serão, respectivamente, as próximas sedes.
PARADA DAS NAÇÕES – ESTADOS UNIDOS
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A Itália esteve presente em todos os jogos de inverno, a começar por Chamonix 1924, mas só conquistou uma medalha na sua quinta participação. O feito foi alcançado por Nino Bibbia, campeão masculino no skeleton em St. Moritz 1948. Na ocasião foram feitas seis descidas. Até hoje, essa é a única medalha olímpica no skeleton italiano. Depois da vitória de Nino, o esporte só voltaria ao programa olímpico em 2002, desta vez contando com o evento feminino também. A medalha de Nino deixou a Itália em 10º no quadro geral daquele ano. Mas os italianos conseguiriam melhorar.
Desde 1948, o país medalhou em todas as edições, ficando duas vezes no top-4: em Grenoble 1968, ficou atrás de Noruega, União Soviética e França; em Lillehammer 1994, onde conquistaram duas dezenas de medalhas, só não foram superiores à Rússia, Noruega e Alemanha. Com certeza os italianos esperam melhorar essas marcas em 2026 aproveitando-se do fator casa. A delegação também deve atingir recorde, com cerca de duzentos atletas. No quadro geral histórico, a Itália aparece em 12º lugar, com uma batalha interessante com Rússia, Finlândia e França pelo top-10.
A modalidade mais premiada é o esqui alpino, detentor de 14 ouros, 11 pratas e 11 bronzes. Desses, três ouros e duas pratas foram conquistadas por Alberto Tomba entre os anos de 1988 a 1994 no slalom e slalom gigante masculino. No mesmo esporte, destaca-se igualmente Deborah Compagnoni, detentora de três ouros e uma prata entre os anos de 1992 a 1998 no super-G, slalom e slalom gigante feminino. Considerando o número total de medalhas, no entanto, a atleta mais condecorada é a patinadora de pista curta Arianna Fontana, dona de dois ouros, quatro pratas e cinco bronzes. Ela ainda está em atividade e, caso ganhe um ouro, se tornará a maior medalhista do país.
ESPORTES
Patinação de velocidade em pista curta: Arianna Fontana é bicampeã da prova de 500 m feminina, compete em casa e, caso fature um ouro, se tornará a maior medalhista olímpica de inverno do país. Além dela, os revezamentos e Pietro Sighel também merecem atenção.
Patinação de velocidade: Nas grandes distâncias, os italianos também possuem chances. Nos 10.000 m masculino, Davide Ghiotto é o atual recordista e foi campeão mundial em 2023 e bronze nas olimpíadas de Pequim 2022. Na mesma olimpíada, no feminino, Francesca Lollobrigida foi prata nos 3.000 m e bronze na largada em massa.
Esqui alpino: Não há como negar que os anfitriões, já hábeis esquiadores, aproveitarão o fator casa para aumentar o número de medalhas no esporte. Desde 2010, a Itália sempre ganhou medalha na modalidade e estão em 5º no ranking geral.
