Time brasileiro disputa a segunda etapa da temporada 2026 no ITM New Zealand Sail Grand Prix | Auckland, nos dias 13 e 14 de fevereiro, após estreia de ajustes técnicos em Perth e já projeta o momento de competir em casa, em abril
Time brasileiro disputa a segunda etapa da temporada 2026 no ITM New Zealand Sail Grand Prix | Auckland, nos dias 13 e 14 de fevereiro, após estreia de ajustes técnicos em Perth e já projeta o momento de competir em casa, em abril

O Brazil SailGP Team volta à raia neste fim de semana para disputar o ITM New Zealand Sail Grand Prix | Auckland, segunda etapa da temporada 2026 do SailGP, que acontece nos dias 13 e 14 de fevereiro.
Após a estreia do novo ciclo em Perth, na Austrália, finalizada com a 10ª colocação geral, o time brasileiro inicia a etapa na Nova Zelândia ocupando a 10ª posição no ranking do campeonato, com um ponto, focado em consolidar evolução, ganhar consistência e transformar o aprendizado da abertura da temporada em performance dentro d’água.
A etapa de Auckland dá sequência a um início intenso de calendário na Oceania, que ainda inclui Sydney antes da tão aguardada passagem pelo Brasil. Com apenas uma etapa disputada até aqui, o campeonato ainda está em seus primeiros capítulos – e o objetivo do Mubadala Brazil SailGP Team é usar cada regata como parte de um processo de construção ao longo de uma temporada que conta com 13 etapas ao redor do mundo.
Para a próxima etapa, o Mubadala Brazil SailGP Team conta com uma novidade em seu elenco: a presença da brasileira Marina Arndt, que completa a equipe como atleta reserva no ITM New Zealand Sail Grand Prix | Auckland. A paulista iniciou na vela aos sete anos e construiu uma trajetória sólida no esporte, com campanhas olímpicas e resultados expressivos em diferentes classes, incluindo participação nos Jogos Olímpicos de Paris 2024.
Marina já teve contato com o universo do SailGP em 2025, quando participou da clínica de foil dentro do projeto Breaking Boundaries, iniciativa do time brasileiro voltada à formação e ao desenvolvimento de novas atletas. Sua participação nesta etapa reforça o compromisso do Mubadala Brazil SailGP Team com a presença feminina de alto nível na competição.
Depois de estrear em Perth com Rasmus Køstner (Flight Controller) e Pietro Sibello (Wing Trimmer) em ação pela primeira vez em competição oficial, além do novo coach Paul Brotherton, o time segue trabalhando ajustes finos de comunicação, manobras e tomada de decisão, buscando maior regularidade ao longo das corridas.
“Perth foi um passo importante para entendermos melhor nossa nova dinâmica como equipe. Agora, em Auckland, queremos colocar em prática tudo o que conseguimos evoluir a partir dos estudos e análises realizados entre as etapas”, afirma Martine Grael, capitã do Mubadala Brazil SailGP Team. “Sabemos que é um campeonato extremamente competitivo, mas estamos confiantes de que podemos seguir progredindo regata a regata”, conclui.Além de Martine, o time conta com Paul Goodison como estrategista e os brasileiros Marco Grael, Mateus Isaac e Breno Kneipp como grinders, formando a base de potência e consistência do F50 brasileiro.
O Mubadala Brazil SailGP Team permanece na região para as próximas duas etapas consecutivas: o ITM New Zealand Sail Grand Prix | Auckland (13 e 14 de fevereiro) e o KPMG Sydney Sail Grand Prix (27 de fevereiro a 1º de março).
Etapa do Rio se aproxima: expectativa por competir em casa
Enquanto o foco imediato está na Nova Zelândia, o calendário aponta para um momento histórico logo adiante: a estreia do SailGP na América do Sul, com o Enel Rio Sail Grand Prix, nos dias 11 e 12 de abril, na Baía de Guanabara, Rio de Janeiro.
Para o Mubadala Brazil SailGP Team, a etapa brasileira tem um significado ainda mais especial. Em 2025, o Brasil receberia uma etapa do campeonato, que acabou sendo cancelada. Agora, a equipe vive a expectativa de finalmente competir em casa diante da torcida, em um dos cenários mais emblemáticos da vela mundial.
“Estamos contando os dias para velejar no Rio. É algo que esperamos há muito tempo e que tem um peso enorme para todo o time”, comenta Martine. “Correr em casa, com amigos, família e torcida, e ainda fazer parte da primeira etapa do SailGP na América do Sul, é muito especial.”
