Nicole Silveira está satisfeita com a 11ª colocação no skeleton em Milão-Cortina 2026: “Eu fiquei muito feliz com todas as descidas”

Brasileira melhorou posição de Pequim-2022 e lembrou dos jovens na conversa

Foto: Viestrus Lacis/IBSF
Foto: Viestrus Lacis/IBSF

A sledder Nicole Silveira estendeu a marca pessoal de melhor posição do Brasil em esportes de gelo com o 11º lugar ao fim das 4 descidas do skeleton, neste sábado (14), nos Jogos de Milão-Cortina 2026, na Itália. A brasileira comentou sobre a atuação, como se sentiu com os resultados e sobre o futuro do esporte.

Em novembro do ano passado, ainda no início da temporada 25/26 do skeleton, Nicole Silveira estreou na pista olímpica de Cortina D’Ampezzo, na Itália, pela Copa do Mundo da modalidade, com a décima sexta colocação. Neste sábado, Nicole foi a 11º melhor do mundo e comentou como foi a evolução para crescer na pista, “eu diria que a parte de cima da pista é mais difícil, mas sinceramente eu fiquei muito feliz com todas as descidas que eu tive. Eu tive dificuldades com essa pista em novembro e agora eu acertei e sei que quando eu assisto as minhas descudas em comparação com as outras, eu consigo ver que eu sou uma das melhores.”

Já em relação a Pequim-2022, edição olímpica em que Nicole foi 13º, colocação que já deu para a gaúcha o melhor posto do país em esportes de gelo, a brasileira se mostrou satisfeita e reconheceu o esforço das companheiras de esporte, “eu fico muito feliz com o 11º. Foi melhor do que Beijing e significa muito mais do que o meu 13º em Beijing, porque o nível de competitividade dessa desses 4 anos que vieram é muito alto. As mulheres que estão entre as top 12, qualquer uma podia medalhar durante as a disputa. Então, eu tô muito feliz que o meu 11º.”

O futuro do esporte também foi abordado por Nicole que evidenciou os Jogos Olímpicos da Juventude de 2028, a serem realizados em Dolomiti e Valtellina, na Itália, onde parte da edição de 2026 é praticada, como ponto de início do projeto. O Brasil já conta com Eduardo Strapsson na base e, de acordo com Silveira, deve ir atrás de mais atletas, “eu não sei que que o futuro tem para mim. É, eu só sei que os jogos olímpicos a juventude vão vir em 2028 agora e a ideia é achar jovens de 15 a 17 anos para ajudar eles a desenvolver e continuar criando história para o para o Brasil.”

Matheus Maia

Matheus Maia

Jornalista esportivo, longboarder nas horas vagas e carioca de 27 anos. Escrevo sobre tênis, vôlei, canoagem e muito mais. Surtado desde 2023. Contato: maia.matheusvb@gmail.com.
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