Italiana brilhou em mais uma prova de esqui alpino e terminou com a medalha de ouro pela segunda vez nestes Jogos
O domingo (15) começou emoção na disputa do slalom gigante feminino, prova do esqui alpino nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026. A italiana Federica Brignone liderou a disputa desde a primeira descida, cravando o menor tempo somado e assegurou o lugar mais alto do pódio, assim como na disputa do Super G. A prata foi dividida entre a sueca Sara Hector e a norueguesa Thea Louise Stjernesund.
As provas do slalom gigante são disputadas em duas descidas em zigue-zague, com percursos diferentes na mesma pista. A soma dos tempos define o resultado final. Vence quem fizer o menor tempo somado. O slalom gigante apresenta curvas mais amplas e maior velocidade média de descida.
Das 71 esquiadoras participantes da final no slalom gigante feminino, 15 delas não concluíram a primeira descida. A Itália teve o melhor tempo com Federica Brignone (1:03.23s) e a terceira melhor com Sofia Goggia ( 1:03.69s). A alemã Lena Gerr ficou na segunda colocação na primeira descida com o tempo de 1:03.57s. Outras três dividiram a quarta posição com o mesmo tempo, que foi de 1:03.97s.
Assim como na primeira descida, a sueca Sara Hector e a norueguesa Thea Louise Stjernesund cravaram exatamente o mesmo tempo, fechando a disputa com 2:14.12s, elas dividiram a liderança da prova, mas ainda faltava a descida das duas líderes: Federica Brignone e de Lena Duerr
Primeiro veio a alemã Lena Duerr, que errou na largada e não conseguiu se recuperar na prova, ficando distante das medalhas, no entanto, na sequência, a italiana Federica Brignone cravou o tempo de 2:13:50s, que assegurou a medalha de ouro da competição, seu segundo em Milão-Cortina já que também foi campeã na prova do Super G.
A medalha de prata ficou dividida entre Sara Hector, da Suécia, e Thea Louise Stjernesund, da Noruega, ficando assim, sem medalhista de bronze na prova do slalom gigante feminino.










