Brasil fica em 7º no revezamento do esqui cross country paralímpico em Milão Cortina

Aline Rocha, Cristian Ribera e Wellington da Silva conseguiram o melhor resultado do Brasil no revezamento do esqui cross-country

14.03.26 - WELLINGTON DA SILVA - Jogos Paralímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 - Prova de Revezamento do Ski Cross-country no Tesero Cross-Country Skiing Stadium, em Tesero, Itália. Foto: Alessandra Cabral/CPB
14.03.26 - WELLINGTON DA SILVA - Jogos Paralímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 - Prova de Revezamento do Ski Cross-country no Tesero Cross-Country Skiing Stadium, em Tesero, Itália. Foto: Alessandra Cabral/CPB

A equipe brasileira terminou na sétima colocação no revezamento misto do esqui cross-country dos Jogos Paralímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026, disputado neste sábado, 14, no Tesero Cross-Country Stadium, em Val di Fiemme, nas Dolomitas italianas.

O trio formado pelo rondoniense radicado em Jundiaí (SP) Cristian Ribera, pelo paulista Wellington da Silva e pela paranaense Aline Rocha completou a prova em 27min00s5, no melhor resultado da história do país na disputa do revezamento.

A vitória ficou com os Estados Unidos, que completaram o percurso em 23min24s2. A Ucrânia terminou com a medalha de prata (23min36s7) e a China conquistou o bronze (23min56s5).

“A prova do revezamento sempre foi a última dos Jogos. Antes, a gente fazia meio de brincadeira, sempre chegava em último. Com o Wellington no standing, as coisas melhoraram, e a gente conseguiu o melhor resultado [do Brasil]”, explicou Aline, atleta de Pinhão (PR).

“Hoje não senti tanto a respiração, foi mais dor física, principalmente nas pernas. Gostei da prova. Fiz uma boa primeira volta; na segunda, cansei bastante. É muito bom fazer uma prova em conjunto. Sempre treino com o Cristian e com a Aline. A gente é muito unido. É uma prova especial”, disse o responsável pelo trecho da classe standing, Wellington da Silva.

Medalhista de prata nesta edição dos Jogos Paralímpicos de Inverno, no sprint, na terça-feira, 10, Cristian Ribera deixou a prova do revezamento com o pensamento no último desafio dos Jogos. O encerramento das provas de esqui cross-country ocorre neste domingo, 15, com a disputa das provas de 20 km.

“Já estudamos os tempos dos dez melhores para podermos chegar firmes e fortes nas primeiras colocações. O esporte é individual, mas tem uma equipe enorme trabalhando e é por isso que a gente está evoluindo.”

Todos os seis esquiadores brasileiros nas Dolomitas estarão na pista do Tesero Cross Country: os paulistas Guilherme Rocha e Elena Sena, e o paraibano Robelson Lula – além de Cristian, Aline e Wellington.

Aline foi medalhista de bronze nesta distância no Mundial de Ostersund, na Suécia, em 2023, assim como Cristian no Mundial de 2025, em Toblach, na Itália, a 130 km de distância do Tesero Cross Country, local onde são realizados esta edição de Jogos Paralímpicos de Inverno.

A cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 será realizada em Cortina d’Ampezzo, sede das competições de snowboard. No local estiveram os brasileiros André Barbieri e Vitória Machado, que participaram na sexta-feira, 13, da prova do banked slalom.

Redação Surto Olímpico

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