Sebastian Świderski teceu duras críticas a FIVB e convidou dirigentes para uma viagem à Ucrânia
O mandatário da Federação Polonesa de Vôlei, Sebastian Świderski, em entrevista à TVP Sport, não poupou críticas sobre o fim das sanções ao Comitê Olímpico Russo (ROC), manifestando também seu choque e sua surpresa com a notícia.
O Mundial de Vôlei Masculino em 2027 terá a Polônia como país-sede, e Świderski deixou bem claro que não concederá vistos aos atletas russos. Sebastian também convidou os dirigentes da FIVB para uma viagem à Ucrânia para saber “como é a vida diariamente por lá”, fazendo o seguinte questionamento: que tipo de conduta os dirigentes da FIVB teriam se o país onde vivem fosse atacado pela Rússia e se decisões que nem essa seriam tomadas e aplicadas tão rápido.
– Por um lado, temos uma federação mundial que nos obrigará a ter a Rússia em nosso país (no período da Copa do Mundo de Vôlei). Por outro lado, temos nosso país, em que os russos não obterão visto de entrada nem permissão de residência. Primeiramente, nada mudou fora da fronteira leste. Pessoas ainda estão sendo bombardeadas e assassinadas. Provavelmente, como recompensa pela suspensão pelo COI, a Rússia bombardeou a Ucrânia com bastante força à noite.
Sebastian citou também que o Ministério do Esporte/Turismo do país havia se reunido com um representante da Volleyball World há duas semanas para tratar especificamente deste tema. Ele criticou também a rapidez para tomar a decisão de retorno ou não da Rússia.
“Foi feita uma pergunta do ministério sobre a Rússia e a Belarus. A resposta, claro, baseou-se em aguardar pela decisão do COI, com a condição de que não parece que isso aconteceria tão cedo. Além disso, foi assegurado que a FIVB ainda teria que tomar uma decisão posteriormente. Então ficamos muito tranquilos. O COI emite uma decisão e a FIVB é a primeira das federações mundiais a confirmar essa decisão e permitir que a seleção russa compita em todos os aspectos”









