Chegou ao fim a 13ª edição dos Jogos Sul-Americanos, realizado em Santa Fé, na Argentina. O Brasil encerrou a competição na liderança do quadro de medalhas pela quarta vez na história. A delegação brasileira encerrou os 14 dias de competição com 312 medalhas totais, sendo 122 de ouro, 107 de prata e 83 de bronze.
A natação se destacou novamente no cenário sul-americano da modalidade, com a maior quantidade de medalhas para casa, com 54 no total (29 de ouro, 16 pratas e 9 bronzes). Outro esporte que se destacou e que sempre traz muitas conquistas é o Atletismo, responsável por 38 medalhas para o Brasil (14 douradas, 15 prateadas e 9 de bronze).
A Argentina fica no segundo lugar geral pela primeira vez em uma edição de Jogos Sul-Americanos. Com mais vezes no topo, em sete edições (1978, 1982, 1986, 1990, 1994, 1998 e 2006), os hermanos disputaram em casa e levaram 81 ouros, 87 pratas e 125 bronzes. Já a Colômbia, líder duas vezes (2010 e 2018), fechou o top 3 de Santa Fé, com 69 medalhas de ouro, 61 de prata e 62 de bronze, totalizando 192 no geral.
Tabela histórica do ODESUR
O quadro de medalhas histórico mostra que o Time Brasil ainda pode buscar a primeira posição no próximo sul-americano. A Argentina se mantém na liderança geral no quadro histórico, sendo o primeiro país com mais de 1000 medalhas de ouro na história dos jogos. 1026 ouros, 910 pratas e 922 bronzes.

Foto: COA
Brasil se aproxima do rival com 991 de ouro, 809 de prata e 718 de bronze. A diferença diminuiu em 35 medalhas apenas, após as 41 douradas a mais de diferença que a delegação brasileira tirou neste sul-americano, em relação aos argentinos.
Outro fato curioso é que na contagem realizada com os dados históricos da ODESUR, Colômbia e Venezuela empataram em número de medalhas totais, com 1780 medalhas. Quem fica na frente são os colombianos, com 40 medalhas de ouro de diferença, em relação aos venezuelanos. São 652 da Colômbia, contra 612 da Venezuela.
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