A seleção brasileira feminina entra em quadra nesta quarta-feira (22), às 8h30 (de Brasília), em Macau, na China, em busca de uma vaga na semifinal da Liga das Nações de Vôlei (VNL). Pela frente, terá o Japão, um adversário recorrente nesta década.
O conjunto comandado por José Roberto Guimarães encerrou a primeira fase na terceira colocação, com nove vitórias e três derrotas. As japonesas avançaram em sexto lugar, com um triunfo a menos e um revés a mais (8-4).
As seleções já se enfrentaram nesta edição da VNL. No duelo válido pela oitava rodada, disputado em 8 de julho, na cidade japonesa de Osaka, o Brasil venceu por 3 sets a 1, com destaque para Julia Bergmann e Ana Cristina, que anotaram 19 e 17 pontos, respectivamente.
Histórico recente em eliminatórias é repleto de jogos definidos no tie-break
Brasil e Japão são reconhecidamente duas das seleções com os melhores sistemas defensivos do vôlei feminino. As adversárias precisam estar inspiradas e com a paciência em dia para conseguir colocar a bola no chão do outro lado da quadra. Portanto, quando ambos se enfrentam, é garantia de muito volume de jogo proporcionado pelas espetaculares defesas de suas jogadoras.
Apesar da enorme vantagem brasileira, com 37 vitórias nos últimos 42 encontros, os confrontos desta década são marcados pelo equilíbrio, com definições frequentes através do tie-break em partidas eliminatórias.
Num dos jogos mais eletrizantes do Campeonato Mundial de 2022, pelas quartas de final, o quadro asiático abriu 2 sets a 0. O Brasil, porém, salvou um match point na quarta parcial, buscou uma virada épica por 3 sets a 2 e seguiu até a decisão, encerrando a campanha com o vice-campeonato diante da Sérvia.


