Luisa Stefani conquistou, conquistou e conquistou, mas segue insaciável: após a conquista do WTA 1000 de Pequim, no final de semana passado, ela desembarcou em Wuhan, também na China, para a disputa do derradeiro WTA 1000 da temporada - ao lado, claro, de sua parceira Gabriela Dabrowski, com quem compartilhou a conquista no dia 11 de outubro.
A paulista e a canadense, aliás, chegam embaladas em Wuhan como cabeça de chave número 1 e têm motivação extra para esta reta final de temporada, já que podem terminar o ano como a melhor dupla do circuito.
A parceria brasileiro-canadense ocupa a vice-liderança do circuito, atrás da dupla formada pela estadunidense Taylor Townsend e a tcheca Katerina Siniakova. Townsend e Siniakova lideram com 735 pontos de vantagem, mas, como não jogarão juntas o torneio de Wuhan (Townsend se recupera de cirurgia), podem ser superadas por Luisa e Gaby.
A brasileira falou sobre sua temporada:
“É uma temporada incrível para a gente, mas ainda não acabou, já chegamos em Wuhan estamos preparando para o próximo torneio. Obrigada pela energia de vocês, vamos com tudo que ainda tem mais alguns para terminar o ano com chave de ouro”, em trecho retirado do site Tênis Brasil.
A temporada incrível à qual se refere tem seis finais, cinco títulos e um vice, em Wimbledon. Após Wuhan, Stefani e Dabrowski ainda têm compromissos no WTA 500 de Tóquio (Japão) e o WTA Finals, em Indian Wells.
Em Wuhan, a dupla estreia nesta quinta-feira, dia 15, contra a norueguesa Ulrikke Eikeri e a estadunidense Quinn Gleason. No Brasil, a transmissão fica a cargo dos canais ESPN e do streaming Disney+.
Buscando “fechar o ano com chave de ouro”, Luisa Stefani chega para o WTA 1000 de Wuhan
No último WTA 1000 da temporada, brasileira sonha, junto à Gaby Dabrowski, fechar 2026 como melhor dupla do circuito.
Marcos Domínguez 1 min

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