A Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) inicia a temporada regida por um sistema multidisciplinar integrado, que conecta Seleção e clubes em uma estrutura única de desenvolvimento da Ginástica Artística no país. O modelo vem sendo continuamente aperfeiçoado desde sua implementação inicial, que remonta a 2013.
O primeiro camping do ano traduz plenamente os conceitos de um método que evoluiu de um trabalho reativo para uma cultura preventiva.
“Em 2013, começamos a estruturar um trabalho multidisciplinar entendendo as particularidades da modalidade. A ideia é cercar o atleta com profissionais que garantissem que ele chegasse às competições nas melhores condições técnicas, físicas e emocionais. Consolidamos a tríade da performance: técnica, condição física e equilíbrio emocional”, explica Juliana Fajardo, gestora esportiva e coordenadora da Ginástica Artística.
Segundo Juliana, o conceito central permanece o mesmo desde então: atleta e treinador no centro do processo, cercados por uma equipe que sustenta o desenvolvimento integral. Além disso, o sistema amadureceu com o tempo.
Se no início houve um modelo de seleção permanente concentrado, o aprendizado acumulado nos ciclos seguintes levou à construção de uma rede integrada entre clubes e seleção.
Exemplo dessa integração pode ser observado quando o olhar se dirige à área de fisioterapia. Atualmente, praticamente todos os clubes que atuam na modalidade contam com fisioterapeutas, o que configura um avanço estrutural significativo.

