O monitoramento presencial permite uma análise mais detalhada dos atletas, além de aproximar a comissão técnica dos jogadores que atuam fora do país, um trabalho considerado estratégico dentro do ciclo olímpico e da preparação para as principais competições internacionais.
Além da observação dos brasileiros, a viagem também proporciona um olhar atento sobre equipes e atletas de outras seleções, ampliando o estudo de adversários em competições. A troca de informações e o acompanhamento in loco fazem parte de um processo contínuo de avaliação e planejamento
“O programa de monitoramento das jogadoras no exterior é essencial para os nossos objetivos. Foi um projeto iniciado em 2024 e que rendeu bons resultados. É fundamental ver os jogos presencialmente, conversar com as atletas e realizar avaliações. Consigo observar de perto as atletas de outras seleções e os trabalhos que são realizados nas principais equipes do mundo. Estamos sempre trocando informações e não paramos de observar e estudar”, afirmou José Roberto Guimarães.
“Esse acompanhamento é muito importante em todos os aspectos. Assistir jogos, ver nossos atletas em quadra, a percepção sobre eles nos treinamentos, o contato com as comissões técnicas, saber como eles estão. É uma temporada com campeonatos importantes, como a Liga das Nações e o Sul-Americano classificatório para as Olimpíadas de Los Angeles. Vamos aproveitar muito bem esses dias de acompanhamento. Já é uma prática nossa, que acredito ser fundamental”, finalizou Rubinho.