O Instituto Olímpico Brasileiro (IOB), braço de Educação do COB, criou um grupo de estudos que vai trabalhar em propostas para sistema de identificação e formação de atletas que contemple a realidade brasileira e possa ser implantado no longo prazo. Desde o início da gestão do Presidente Marco La Porta e da Vice Yane Marques, o Comitê Olímpico do Brasil (COB) se impôs uma missão: buscar tornar o país uma Nação Esportiva. E para isso são necessárias ampliar as ações que possam auxiliar todos os envolvidos do ecossistema do esporte brasileiro a seguir um caminho de colaboração para estruturar toda a cadeia de formação de atletas no país.
O início do trabalho veio com uma análise de cenários diferentes de fomento e desenvolvimento de atletas em diversos países para buscar indicativos que possam balizar um plano. “O Brasil tem programas de esporte de alta qualidade em nível municipal, estadual e federal alguns municípios, secretarias estaduais, além de instituições privadas que apresentam conteúdos consistentes e valorizam aspectos fundamentais como a participação da sociedade em atividades esportivas recreacionais, condicionais e competitivas”, comenta Sebastian Pereira, Gerente Executivo de Educação e Fomento do COB e líder do IOB.
No entanto, o grupo de estudos identificou que muitas vezes eles acontecem de forma pontual. Com a experiência de um atleta olímpico, Sebastian aponta este como um grande gargalo. “O ideal seria a criação de um sistema permanente que independa que possa abranger as diferentes manifestações do esporte na sociedade. Desde o início lúdico, recreacional, até a identificação de potenciais atletas e sua formação para o alto rendimento”, defende.

