Por Lucas Felix
Que o Campeonato Americano de Futebol Americano, mais conhecido pela sigla do seu nome fantasia em inglês, chegou ao Grupo Globo, o leitor provavelmente já sabe. Também é um pouco óbvio que o grande trunfo da negociação é comercial, já que nem mesmo a finalíssima, incrementada pela audiência rotativa dos fãs do espetáculo musical do intervalo, atingia índices que figuravam entre os maiores do ano na Rede TV ou na ESPN. E como refletimos na coluna sobre a cobertura reduzida do Mundial de vôlei feminino, a chegada da NFL invariavelmente deve reduzir o espaço dos esportes olímpicos no ar. É uma questão de pura matemática, com algum assunto precisando perder tempo para que o outro, até então nunca presente nos telejornais e programas esportivos da Globo, ganhe.

