O Comitê Olímpico Internacional expressou, na quinta-feira, preocupação com o bem-estar dos atletas iranianos em meio à escalada da agitação no país, afirmando que permanece em contato com a comunidade olímpica do Irã.
Forças de segurança iranianas à paisana prenderam milhares de pessoas em uma campanha de prisões em massa e intimidação para deter novos protestos, após reprimirem os distúrbios mais sangrentos desde a Revolução Islâmica de 1979, de acordo com a agência de noticias REUTERS.
Protestos modestos que começaram no mês passado no Grande Bazar de Teerã, motivados por dificuldades econômicas, desencadearam queixas mais amplas e reprimidas há muito tempo, e rapidamente se transformaram na mais grave ameaça existencial à teocracia xiita do Irã em quase cinco décadas, com manifestantes frequentemente exigindo a renúncia dos clérigos governantes.
As autoridades cortaram o acesso à internet e sufocaram os distúrbios com força excessiva, resultando em milhares de mortes, segundo grupos de direitos humanos. Teerã culpa “terroristas armados” ligados a Israel e aos Estados Unidos pela violência.

