Já no masculino, Rickson Falcão, campeão sul-americano e local de Saquarema, Gabriel Klaussner, atleta de Ubatuba, e Ryan Kainalo, com histórico de finais nos mundiais juniores, irão representar o país. Nesta categoria, inclusive, o Brasil é recordista com nove títulos mundiais conquistados nas 24 edições realizadas até aqui.
Além deles, também vão estar nas Filipinas as surfistas peruanas Arena Rodriguez, uma das principais promessas do país, e Catalina Zariquiey, que em 2025 bateu todos os recordes da categoria Pro Junior em Saquarema e é a atual campeã sul-americana.
“Esta é uma competição que tem muita importância para o surfe pois deu às primeiras oportunidades para atletas que depois se tornaram campeões mundiais. Ela é uma vitrine mundial e os surfistas já entenderam o peso que tem. O Brasil, por exemplo, se tornou uma referência e tem um histórico muito vencedor nos juniores, que começou lá atrás com Pedro Henrique e Mineirinho. Em 2025, tivemos o privilégio de ver a Luana Silva conquistar o título, sendo a primeira mulher brasileira a erguer este troféu”, afirma Ivan Martinho, presidente da WSL na América Latina.
No ano passado, pela categoria masculina, o indonésio Bronson Meydi ergueu o troféu. Já no feminino, a surfista Luana Silva bateu o recorde ao se tornar a primeira brasileira a conquistar o título do Mundial Pro Júnior. Destaque nos Jogos Olímpicos de Paris em 2024 e integrante do seleto time de atletas do Banco do Brasil (BB), ela relembra a conquista e fala sobre a importância desta competição para a revelação de atletas.
“O Mundial Júnior é um degrau importante no caminho para o tour. Dá uma bagagem legal, e vencer contra atletas do mundo todo te ajuda a mostrar que dá pra sonhar grande. Para o Brasil, esses resultados puxam ainda mais a galera de base a acreditar”, iniciou Luana.