A prova terá chegada e largada no Estádio Nacional de Tóquio. Os atletas e as atletas sairão do estádio para o entorno e entrarão em um circuito. Na prova de 35 km, farão 32 km (16 voltas) em um circuito de 2 km, e retornarão para o estádio. Nos 20 km, o circuito será menor, de 1 km, no qual darão 18 voltas.
“Estou muito empolgada para marchar nesse circuito, que inicia e finaliza a prova no estádio”, disse Viviane Lyra.Vice-campeão olímpico dos 20 km nos Jogos de Paris, em 2024, Caio também é dono de duas medalhas mundiais na prova mais curta da marcha atlética – conquistou o bronze em Budapeste-2023 e Londres-2017. Nos 35 km, ele é o atual recordista brasileiro, com a marca de 2:25:14 conquistada no Mundial de Eugene-2022, quando foi 7º colocado. Na atual edição do Mundial, os organizadores inverteram a programação: os 35 km virão primeiro, enquanto os 20 km serão disputados apenas no dia 19 de setembro. Para a técnica Gianetti Bonfim, a mudança não deverá ser um problema para os marchadores, que deverão apenas se atentar para a recuperação entre as disputas. “São duas provas no intervalo de uma semana, mas a gente já treina assim, os atletas estão acostumados com longas distâncias”, avaliou.
Além de Caio, Max Batista (CASO-DF) e Matheus Corrêa (AABLU-SC) também disputarão as duas provas em Tóquio.Gianetti, que é treinadora e mãe de Caio Bonfim, diz que o atleta de 34 anos pode fazer um bom resultado no Japão. “O Caio também está entre os melhores do mundo, então a gente acredita em uma grande prova. E, quem sabe, uma medalha, que é sempre um desejo, um anseio. Porque não podemos subestimar os adversários”, afirmou. “Treinamos, nos preparamos, e espero fazer grandes provas aqui”, disse Caio.