Mais uma vez, a cidade de Quito será palco da Libertadores Feminina. A capital equatoriana volta a receber um evento de futebol feminino sob a chancela da CONMEBOL depois da Copa América de 2025, que foi vencida pelo Brasil, após bater a Colômbia nas penalidades máximas.
A cidade havia recebido outras duas edições do torneio em 2019 e 2022, edições estas que culminaram nos títulos de Corinthians e Palmeiras, batendo Ferroviária e Boca Juniors na decisão, respectivamente.
Desde a primeira edição do campeonato, em 2009, vencida pelo Santos, o Brasil sediou de maneira ininterrupta até 2014. Em 2015, o torneio aconteceu na Colômbia. No ano seguinte, o Uruguai sediou, com o país sendo a sede também em 2021 de maneira conjunta com o Paraguai. O Paraguai também sediou em 2017 e 2024, enquanto a Colômbia ainda sediou em 2023, sendo palco do título do Corinthians diante do Palmeiras. A Argentina recebeu as edições de 2020 e 2025, com os títulos de Ferroviária e Corinthians contra os colombianos América de Cali e Deportivo Cali.
Recentemente, a CONMEBOL divulgou o regulamento da competição para 2026, e por consequência, a distribuição das vagas. Confira abaixo as vagas para cada país:
Argentina: vaga para o campeão nacional
Bolívia: vaga para o campeão nacional
Brasil: campeão nacional + ranking histórico + vaga adicional por ser o país do time campeão em 2025
Chile: campeão nacional + ranking histórico
Colômbia: campeão nacional + ranking histórico
Equador: campeão nacional + país-sede
Paraguai: campeão nacional + ranking histórico
Peru, Uruguai e Venezuela: uma vaga para cada país destinada ao campeão nacional


