A primeira semana da Copa do Mundo de 2026 começou com um detalhe impossível de ignorar: o torneio está maior, mais espalhado e mais difícil de ser lido apenas pelo placar do dia. Com 48 seleções, 12 grupos e uma fase inicial que vai até o dia 27 de junho, a competição exige atenção diária a jogos que podem mexer não só com a liderança das chaves, mas também com o ranking dos terceiros colocados.
Para quem acompanha futebol de seleções, o começo já mostrou esse novo desenho. México e Estados Unidos venceram como anfitriões, Canadá empatou em Toronto, Brasil ficou no 1 a 1 com Marrocos e a Austrália abriu o Grupo D com vitória sobre a Turquia. Em poucos dias, a tabela deixou de ser uma simples sequência de estreias e virou um painel de cenários simultâneos.
Mais jogos mais caminhos
O formato de 48 seleções empurra a Copa para uma lógica diferente da usada desde 1998. Agora, os dois primeiros de cada grupo avançam, mas oito terceiros colocados também seguem para o mata-mata. Isso torna cada gol mais sensível, inclusive em partidas que, no modelo antigo, poderiam parecer isoladas demais para mudar o destino de uma equipe.

