Quando o presidente Marco La Porta e sua vice, Yane Marques, tomaram posse no Comitê Olímpico do Brasil em janeiro de 2025, Yane fez questão de dizer que a busca por uma maior eficiência viria por meio de uma maior escuta. Na ocasião, suas palavras foram: “Temos que ter os ouvidos sempre abertos para ouvir muito e entender”. Ao final deste primeiro ano de gestão, pode-se dizer que o COB manteve este rumo. Articulações em Brasília para a aprovação de forma permanente da Lei de Incentivo ao Esporte, parceria com as Confederações esportivas, relacionamento com a Comissão de Atletas, alinhamento como outras organizações com Comitê de Clubes e Comitê de Comitês são provas de que as portas do COB estão abertas para todos os atores do esporte brasileiro.
“Esse é um compromisso que a gente tinha desde o nosso da nossa militância enquanto candidatos, La Porta e eu. É o perfil de nós dois. Desde o início da minha trajetória de gestora eu pautei minhas decisões a partir de muitas escutas, todas para mim eram muito importantes”, analisa a vice-presidente Yane Marques, medalhista olímpica do pentatlo moderno.

