“Essa convocação é um presente de 30 anos. Depois de oito medalhas e dois Mundiais, fica mais fácil controlar as emoções. Mas a empolgação é a mesma de quando comecei no Movimento Paralímpico. E o tempo passou voando”, disse Mariana, que soma três medalhas de bronze em Jogos Paralímpicos — uma em Tóquio 2020 (100m livre) e duas em Paris 2024 (100m livre e 100m costas).
Nos dois Mundiais que disputou — Madeira 2022 e Manchester 2023—, a nadadora conquistou oito medalhas: três ouros, uma prata e quatro bronzes, com destaque para o bicampeonato nos 50m livre.
Em Singapura, Mariana buscará o tri em uma de suas principais provas. “É um desafio grande, porque as adversárias me conhecem melhor também. Mas isso só me motiva ainda mais. Estou treinando para fazer história mais uma vez”, afirmou.