Belo Horizonte respira os ares da fase final do Campeonato Mineiro Masculino de vôlei 2025, que será disputada no Ginásio do Mineirinho a partir desta sexta-feira (10). O Surto Olímpico traz, de forma exclusiva, uma entrevista com o atual vice-presidente da Federação Mineira de Vôlei (FMV), Gustavo Teodoro Queijinho, falando sobre a expectativa para o “Final Four” e também sobre a nova gestão da Federação.
Gustavo tem no seu histórico de ex-atleta, o título de campeão nacional infanto-juvenil em 1987 e foi eleito vice-presidente da FMV na gestão que terá Wesley Mendonça como o presidente da Federação Mineira, que é uma das principais do país na modalidade.
Na véspera das partidas decisivas da principal competição masculina do estado, o Surto Olímpico conversou com o atual vice-presidente da Federação Mineira de Vôlei (FMV) sobre a competição mas também sobre o Mineiro Feminino e sobre o Ginásio Mineirinho receber outra competições de vôlei:
Gustavo, vamos começar falando da expectativa para esta fase final do Campeonato Mineiro Masculino de Vôlei.
“O Campeonato Mineiro Itambé de Voleibol Masculino deste ano tem um significado muito especial. Pela primeira vez na história, cinco clubes mineiros estarão na disputa da Superliga, o que mostra a força do voleibol de Minas Gerais e, claro, um campeonato muito democrático, que abrangeu do Triângulo ao Norte, a região metropolitana e a Zona da Mata. Então, várias regiões estiveram presentes, e a gente chegou a uma fase final com quatro equipes tradicionais do vôlei de Minas Gerais disputando no Mineirinho, esse Final Four, com certeza, será muito especial e importante para a preparação dessas equipes na sequência da temporada.”
Você falou aí do Mineiro deste ano, com cinco equipes da elite do vôlei nacional e se consolidando como uma das competições mais importantes do país. Como manter o estadual neste nível?
“A Federação trabalha para buscar a excelência no Campeonato Mineiro, que é uma das principais preparações dessas equipes para a Superliga de Vôlei. Um dos desafios é a logística, pois sabemos que, principalmente no início de temporada, os clubes enfrentam viagens longas, geralmente de transporte terrestre, em um estado tão grande como o nosso. Por isso, a Federação sempre busca encurtar essas distâncias, trazendo alguns jogos que possam ser realizados em rodada dupla, permitindo que as equipes aproveitem uma viagem para fazer mais de um jogo. É um desafio, mas estamos sempre buscando melhorar e tornar o campeonato o mais compacto possível para as equipes, proporcionando a melhor preparação.”


