Com jogos disputados em quatro países diferentes, a primeira fase do torneio entregou exatamente o que os fãs de basquete esperavam: atuações dominantes de superestrelas, a ascensão de zebras perigosas e a despedida precoce da atual campeã.
Na força dos favoritos, como esperado, a maioria das principais potências do basquete europeu não deram margem para erros e carimbaram a classificação de forma imponente. A França, com seu elenco recheado de jovens talentos da NBA, mostrou por que é uma das candidatas ao título. Liderada pela versatilidade de seus jogadores e com principal destaque para a coletividade da equipe, que não dependeu de apenas um jogador para vencer as 4 partidas em seu grupo.

Outra seleção que confirmou seu status foi a Sérvia, apesar da derrota para a “zebra” Turquia, a equipe comandada pelo 3x MVP da NBA, Nikola Jokić, que flertou com triplos-duplos em quase todas as partidas, exibiu um ataque coletivo e inteligente, superando adversários difíceis no grupo considerado o “da morte”.
Da mesma forma, a Eslovênia de Luka Dončić e seu show particular. O astro do Los Angeles Lakers foi, mais uma vez, o dono do time, sendo o maior destaque individual da competição, com médias de 32,4 pontos (maior pontuador da competição), 8 rebotes (oitavo maior reboteiro), 8,4 assistências (segundo maior assistente) e 3,2 roubos de bola (maior ladrão de bolas da competição).



