Membros da EFI também estarão impedidos de participar de eventos internacionais organizados pela FEI ou por outras federações nacionais, independentemente de competirem sob a bandeira da federação indiana ou da própria FEI, acrescentou o porta-voz.
A Reuters entrou em contato com a EFI para solicitar um posicionamento.
A suspensão ocorre após anos de disputas de governança dentro da EFI.
Em fevereiro de 2026, o Tribunal Superior de Délhi dissolveu o comitê executivo da federação. O mandato eleito desse grupo havia expirado em setembro de 2023, mas seus integrantes permaneceram nos cargos por força de decisões judiciais provisórias, visando evitar transtornos antes dos Jogos Olímpicos de Paris.
O tribunal determinou que a Associação Olímpica Indiana (IOA) nomeasse um comitê ad hoc para supervisionar a modalidade e conduzir novas eleições, em conformidade com a nova Lei Nacional de Governança Esportiva da Índia.
O tribunal decidiu que não havia justificativa para que um órgão eleito, cujo mandato já havia expirado, continuasse no poder, e ordenou uma transição para uma nova administração sob um estatuto reestruturado.
Essas eleições ainda não foram realizadas, e a incerteza persiste sob a gestão do comitê ad hoc.
No início deste ano, o Tribunal Superior de Délhi, ao manter uma decisão de seleção que havia sido contestada, apontou uma falta de clareza no processo de escolha de atletas conduzido pelo comitê ad hoc, enfatizando a necessidade de maior transparência e consistência em seleções futuras. A partir de 1º de dezembro, atletas, dirigentes, treinadores e cavalos da Índia estarão impedidos de participar de competições sancionadas pela FEI e de eventos organizados por outras federações nacionais.
A suspensão isola ainda mais uma modalidade que rendeu à Índia uma medalha de ouro por equipes no adestramento durante os Jogos Asiáticos de Hangzhou, em 2023.