Tashkent é um lugar especial para o judô brasileiro, já que foi lá onde o país conquistou sua melhor campanha da história em Mundiais fora de casa, com os ouros de Rafaela Silva e Mayra Aguiar, a prata de Beatriz Souza e o bronze de Daniel Cargnin, em 2022. Já em etapas de Grand Slam na capital uzbeque, no último ciclo o Brasil conta com um histórico de duas medalhas — Giovani Ferreira, bronze em 2023, e Willian Lima, bronze em 2024. Em 2025, edição mais recente, o país saiu da competição com três quintos lugares — Jéssica Lima, Ketleyn Quadros e Karol Gimenes — e dois sétimos — Danielle Oliveira e Ronald Lima.
Nesta temporada, que começou oficialmente no início de fevereiro, a Seleção conta com o ouro de Rafaela Silva (-63kg) no tradicional Grand Slam de Paris, e com o ouro e bronze de Sarah Souza (-57kg) e Thauana Silva (+78kg), respectivamente, no Open Europeu de Ljubljana, na Eslovênia. Além destas competições oficiais, o Brasil ainda participou do Open da Bélgica enquanto treinava em Colônia, na Alemanha, em janeiro. João Segatelle (-90kg) foi campeão, Andrey Coelho (+100kg) vice-campeão, e Wilgner Mendes (-100kg) medalhista de bronze.