A atleta Tifanny Abreu sofreu seu terceiro revés na Justiça em meio ao impasse com a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) a respeito de sua aptidão para disputar torneios chancelados pela entidade.
Nesta sexta-feira (6), a 14ª Vara Cível da Comarca da Capital do Rio de Janeiro derrubou, mais uma vez, uma liminar protocolada pela defesa da atleta buscando impugnar a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD).
Em 16 de outubro, Tifanny havia conseguido liminar por meios judiciais para atuar em competições da CBV. Partindo deste ponto, ela entrou na final da Supercopa contra o Praia Clube e se sagrou campeã quando o Osasco bateu o time do triângulo mineiro por 3 a 0. Ela recebeu o Troféu VivaVôlei e marcou quinze pontos.
Uma semana depois, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro derrubou a liminar em primeira instância. Ainda no dia 23, o mandado de garantia foi barrado de modo unânime pela Justiça Desportiva.
Na nota, a CBV reitera que a Política de Elegibilidade é norma geral, "aplicável igualmente a todas, alinhada aos critérios do Comitê Olímpico Internacional (COI) e da Federação Internacional de Voleibol (FIVB)".
O que diz a CBV

