O brasileiro comentou sobre a prova e o bom desempenho na pista paulista de park, “eu sabia que precisava de uma volta sólida, que não podia ser uma volta muito básica. Mas também não queria mostrar muita coisa, porque ainda vai ter semifinal e, se der tudo certo, final no outro dia. Estou feliz de estar representando o Brasil. Até porque estava machucado. Depois do final do ano, estava com o pé um pouco baleado, recuperando durante o verão. E esse é o primeiro campeonato em que estou de volta, quase sem nenhuma dor. Então, estou ainda mais animado pra amanhã, feliz com o meu rolê. Fiquei em primeiro por bastante tempo, até o Keefer me passar e fui pra segundo. Mas avancei bem, gostei do meu desempenho.”
“Cada campeonato é uma surpresa, depende muito das particularidades de cada pista. O Keefer é um moleque da Austrália que está evoluindo bastante nos últimos tempos. Ele encaixou legal nessa pista e conseguiu fazer uma volta muito boa ontem e hoje também. Mas amanhã é um novo dia. Tento sempre não me emocionar muito quando mando bem, seja nas qualificatórias ou numa semifinal, porque sei que é um dia após o outro, e a gente tem que chegar com a cabeça boa e pronto para dar o nosso melhor na final”, finalizou o jovem brasileiro.
O Brasil também classificou Dan Sabino (7º), Luiz Mariano (8º) e Pedro Quintas (9º) com notas de 84.01, 82.73 e 82.50, respectivamente. Kalani Konig (12º) e Pedro Barros (16º) completaram o rol de brasileiros na semifinal. A disputa foi marcada por disputas de alto nível na bateria final.