Osasco São Cristóvão Saúde revelou Bianca Cugno para o Brasil e para o mundo. A oposta argentina, eleita a melhor na posição na Superliga 2025/26, foi decisiva para o sucesso da temporada osasquense, que terminou com dois títulos (Supercopa e Copa Brasil), a prata no sul-americano e a medalha de bronze no Campeonato Mundial de Clubes. De partida para o vôlei europeu, ela deixa para a torcida osasquense e leva saudades do clube que a acolheu como uma família.
“Desde o primeiro dia, me senti em casa em Osasco. O clube tem um grupo de pessoas incríveis, tanto as jogadoras quanto os treinadores, especialmente o Luizomar, que me deu essa confiança para enfrentar todos os desafios desta temporada. Adoraria voltar a jogar em Osasco. Nunca vou fechar as portas. Osasco me ensinou muito e meu carinho pelo clube é imenso. Já estou com saudades”, afirma a atleta. Confira a entrevista.
Você chegou ao Brasil como reforço estrangeiro, assumiu protagonismo em Osasco e terminou a temporada como a melhor oposta da Superliga. Em que momento sentiu que já não estava apenas se adaptando ao campeonato, mas deixando sua marca na competição?
Bianca Cugno – Acho que foi algo que começou a acontecer com o passar dos jogos. Desde o início da temporada até agora, houve uma evolução da equipe, o que permitiu conquistar quatro medalhas (títulos da Copa Brasil e Supercopa, prata no Sul-Americano e bronze no Mundial de Clubes). Acredito que o momento em que mais percebi isso foi depois do Mundial, jogando contra as melhores do mundo. Esse é o melhor cenário para se comparar.

