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Round 2: Brasil se mantém em peso em Bells Beach

Com vitórias de Yago Dora, Filipe Toledo, Italo Ferreira e Gabriel Medina, o Brasil avança com força às oitavas de final do Rip Curl Pro Bells Beach.

Manuela Amaral 2 min
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Round 2: Brasil se mantém em peso em Bells Beach

Depois de dias de espera por boas ondas, Bells Beach, na Austrália, finalmente proporcionou boas condições para o início da primeira etapa do Circuito Mundial da WSL. O Brasil começou a competição com tudo: Yago Dora, Filipe Toledo, Italo Ferreira, Gabriel Medina e Samuel Pupo venceram suas baterias do round 2 e garantiram presença nas oitavas de final.

Eles se somam a Miguel Pupo e Alejo Muniz, já classificados antes da paralisação. Até o momento, os brasileiros eliminados foram João Chianca e Mateus Herdy, derrotado por Yago Dora em um duelo acirrado.

O atual campeão mundial Yago Dora encontrou forte resistência do compatriota Mateus Herdy, que veio do round 1. Herdy abriu a disputa com 4.33, mas Yago rapidamente virou com 7.17 e 2.17. Herdy respondeu com 3.83, mas não conseguiu alcançar o rival. Com uma onda de 6.17, Yago fechou a bateria com 13.34 contra 8.16.

Nos minutos finais, Herdy ainda conseguiu um aéreo avaliado em 6.33, mas precisava de 7.02 para assumir a liderança. A vitória ficou com Yago, 13.34 a 10.66, garantindo sua passagem às oitavas.

O Bicampeão mundial (2022 e 2023), Filipe Toledo não deu chances ao havaiano Eli Hanneman. Com duas boas ondas de 7.33 e 6.67, Filipe somou 14.00, enquanto Hanneman marcou apenas 4.83 e 2.50, totalizando 7.33. O brasileiro controlou a bateria do início ao fim, garantindo vaga com tranquilidade.

O confronto seguinte colocou Italo Ferreira frente a frente com o australiano Xavier Huxtable, que contou com forte apoio da torcida local. No fim, Italo levou a melhor por 12.83 a 12.73, com suas melhores notas de 7.00 e 5.83, contra 6.73 e 6.00 de Huxtable. Uma disputa apertada, mas vitória brasileira garantida.

Medina garante passagem tranquila

O tricampeão mundial Gabriel Medina enfrentou o mexicano Alan Cleland em uma bateria marcada pela escassez de ondas. Medina somou 6.50 e 5.60, fechando 12.10 a 3.67, e mostrou segurança e consistência em sua performance. Após essa bateria, a WSL pausou a competição por cerca de 40 minutos, transferindo a disputa para o pico alternativo em Winkipop.

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Publicado originalmente em surtoolimpico.com.br

#Austrália#Brasil#Surfe#WSL#Gabriel Medina#Miguel Pupo#Yago Dora