“Estou muito feliz. Foi uma competição muito dura, como eu esperava. As adversárias são muito fortes. Estar no pódio mais uma vez, em uma competição deste nível, deixa a gente muito feliz. Não estou satisfeita; sempre quero mais, mas estou feliz”, celebrou Rosicleide.
Na categoria até 60kg, classe J2 (baixa visão), a fluminense Maria Núbea dos Santos também ficou com a medalha de prata. Na final, ela foi derrotada por Daria Stakanova, que compete pela bandeira dos Atletas Paralímpicos Neutros (NPA).
“Estou muito feliz. No começo do ano, sofri uma lesão grave. Consegui me apresentar aqui no meu melhor nível. Alcancei meus objetivos. Agora, eu sei que é só trabalhar mais um pouco que o ouro vai vir. Em breve, serei campeã do mundo”, projetou Maria Núbea.
Entre os homens, o rondoniense Danilo Gerônimo (até 81kg J1) ficou com a medalha de prata. Na decisão, ele foi derrotado por ippon pelo georgiano Daviti Bagdavadze.
“É sempre um aprendizado. Hoje eu fiz lutas duríssimas. Até comecei perdendo e consegui virar. Na última luta, eu entrei confiante, mas o adversário foi melhor. Agora é voltar, treinar cinco vezes mais e buscar o ouro para Brasil no momento mais importante, que é nos Jogos Paralímpicos de Los Angeles”, disse o judoca.
Já o paulista Elielton Lira (até 60kg J1) e o mineiro Harlley Arruda (até 81kg J1) ficaram perto do pódio, mas sofreram reveses na disputa pelo bronze; o primeiro perdeu por ippon para o português Dribrilo Iafa, e o segundo foi derrotado pelo francês Cyril Jonard.