“Estamos indo para a nossa terceira Olimpíada. A gente chegou em 2019, com uma geração de skatistas e teve que colocar eles em um mundo mais atlético, saber a importância de comer bem, dormir bem, fazer uma preparação física, um acompanhamento mental e metodologias de treino técnico. Então, é um conjunto e a gente sabe que a alta performance funciona no detalhe. Quanto antes a gente conseguir forjar essa nova geração dentro de um sistema de atleta, mais importante será para a evolução deles. Amanhã serão eles que vão estar em uma Olimpíada, com o objetivo principal de brigar e trazer medalhas para o Brasil”, avalia Miguel Catarina, consultor técnico da Seleção Brasileira de Park.
“Os skatistas da velha geração não tiveram esse suporte que hoje o Skate Olímpico oferece. Estamos no Centro de Treinamento Olímpico Brasileiro com os melhores profissionais, fazendo avaliações que nos ajudam a conhecer melhor nossos atletas e nos fornecem dados que auxiliam no aprofundamento de nossos conhecimentos, na melhoria de nossos métodos e procedimentos na busca pela excelência do esporte olímpico”, completa Allan Mesquita, consultor técnico da Seleção Brasileira Júnior de Park.