O quarto dia de SP Open e o primeiro da chave principal parecia se encaminhar para a tranquilidade e sem chuva, com um tempo nublado e que em alguns momentos ocorreu até um mormaço. Porém, tudo mudou por volta das 15h. A previsão para a cidade era de garoa e bem pontual, o que se viu foi uma chuva forte e constante.
As três quadras de jogo estavam programadas para receberam o máximo possível de partidas e foi um dia recheado para as brasileiras. Das cinco representantes na chave principal, quatro jogariam hoje. No final das contas, apenas duas jogaram.
Devido a chuva que começou à tarde e se estendeu até de noite, todos os jogos não iniciados foram cancelados e os que estavam em andamento foram interrompidos.
Na sala de coletiva, em pergunta para o nosso correspondente Carlo Saleme, Victoria Barros, respondeu sobre como foi jogar com a sua ex-companheira de duplas no juvenil, além de anunciar que o foco agora será no profissional, e abrir um pouco sobre um problema respiratório que ela vem enfrentando ultimamente.
Quadra Maria Esther Bueno
Na quadra central, que recebe o nome de Maria Esther Bueno, em homenagem a maior e melhor jogadora do tênis brasileiro, a primeira brasileira a entrar em quadra foi Victoria Barros, de 16 anos. Se no ano passado ela jogou na sessão noturna e com uma quadra bem cheia, neste ano jogou às 10h30 com uma quadra bem vazia e uma atmosfera bem fria.




