Um torneio de tênis é feito do que acontece dentro das quadras, mas seu impacto pode seguir muito além delas. Desde sua estreia, em 2025, o SP Open busca fazer com que parte do que mobiliza durante os dias de competição — estrutura, visibilidade, conhecimento e oportunidades — permaneça como legado para crianças e jovens que encontram no esporte novos caminhos de desenvolvimento. Em sua segunda edição, o torneio dá continuidade a essa frente social com o apoio ao Bola Dentro, projeto parceiro desde o primeiro ano, e passa a apoiar também o Raquetes Para a Vida, iniciativa que utiliza o tênis como ferramenta de inclusão e formação de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social.
No Parque Villa-Lobos, sede do torneio e também de um dos núcleos do Bola Dentro, essa atuação deixa um resultado concreto. As sete quadras revitalizadas para a primeira edição seguem abertas à comunidade e são utilizadas pelos alunos do projeto ao longo do ano. Em 2026, os espaços passam novamente por melhorias para receber o SP Open, garantindo melhores condições para a prática e o desenvolvimento dos jovens. Durante o evento, participantes dos projetos se aproximam do tênis profissional como ball kids e voluntários, acompanham jogos e têm contato com atletas e profissionais do esporte. As ações incluem ainda doações de materiais e equipamentos, vivências nos bastidores e oito vagas de estágio remunerado em diferentes áreas do evento.
A frente social está presente no SP Open desde sua criação e integra também o Rio Open, ambos produzidos pela IMM Esporte e Entretenimento. Nos dois torneios, o esporte profissional abre espaço para iniciativas que aproximam crianças e jovens do tênis, ampliam seu repertório e criam oportunidades dentro e fora das quadras.
“Queremos que o SP Open seja uma plataforma capaz de gerar oportunidades para além do esporte. Quando nos aproximamos de projetos que já desenvolvem um trabalho consistente com crianças e jovens, podemos contribuir para ampliar esse alcance, abrir novas possibilidades de formação e mostrar caminhos que muitas vezes ainda estão distantes da realidade deles. Esse é um compromisso importante para o torneio: usar a força do esporte para somar a essas iniciativas e ajudar a construir novas perspectivas para o futuro”, afirma Thomaz Costa, vice-diretor do SP Open.

