Quem não está encantado e empolgado com o conjunto da ginástica rítmica do Brasil, está vivendo errado. A atuação no último mundial, disputado em Frankfurt com a vaga olímpica com o pódio na prova geral e dois ouros em apresentações perfeitas em outros aparelhos, mostrou que o Brasil pode brigar de frente com qualquer país na modalidade.
E quem acompanha o esporte há tempos, vê com orgulho a evolução do trabalho feito por Camila Ferezin e Bruna Martins, que fizeram um país sem tradição na ginástica rítmica virar um dos favoritos ao pódio e quem sabe até ao ouro em Los Angeles-28
Em um final de semana quase perfeito, somente um pequeno deslize durante a prova do conjunto que jogou o Brasil para o bronze, mas o suficiente para conseguir a vaga olímpica. Nas série por aparelhos, dois ouros, um feito inédito para o Brasil e para as Américas. Em um esporte dominado pelos europeus e de vez em quando os asiáticos, ver o Brasil no alto do pódio é bom demais.

