Domingo terminou o mundial masculino de vôlei, com mais um título da Itália. O país da bota acabou fazendo a dobradinha vencendo no feminino e no masculino. E com equipes jovens e talentosas, parece que a era de domínio italiano no vôlei veio pra ficar em ambos os gêneros. Por quanto tempo é que talvez seja mais difícil precisar, mas no masculino as chances de uma hegemonia ser mais longa é maior.
Vamos falar primeiro da equipe mais dominante do momento, que é a seleção feminina. As italianas levaram o ouro olímpico em Paris, bi da Nations League em 2024 e 2025 e agora o mundial deste ano – as quatro últimas competições conquistadas e uma invencibilidade de mais de 30 jogos mantida e por enquanto, sem previsão de quando vai acabar.
As comandadas do genial Julio Velasco estão jogando fino e finalmente atingiram o potencial em que se esperavam delas. A Seleção além de ter pontuadores de alto nível como Sylla, Egonu e Antropova, tem uma das melhores recepções do mundo, com De Gennaro jogando o fino como líbero, melhor do mundo disparado na posição. Além de ser difícil colocar a bola no chão no lado italiano, a bola tem chegado quase sempre redonda pra levantadora Orro, que tem jogado muito também -não à toa eleita MVP do último mundial.


