Cruzeiro elimina Palmeiras no agregado e é finalista do Brasileiro Feminino

Time mineiro tentará o campeonato inédito contra o hexacampeão Corinthians.

Foto de torcedores cruzeirenses com faixa "Time do Povo valoriza o futebol feminino"
Torcida cruzeirense faz festa e bate recorde de público em Minas Gerais. Foto: Cris Mattos/ Staff Images Woman/ CBF

O Cruzeiro chega a sua primeira final de Campeonato Brasileiro feminino. Com 4 a 3 placar agregado, tendo vencido por 3 a 1 no jogo e ida e perdido por 2 a 1 na volta, o time mineiro, dono da melhor campanha na fase inicial, se classificou para a grande decisão do campeonato, em que enfrentará o Corinthians, hexacampeão nacional.

O jogo no estádio Independência ainda marcou o maior público de futebol feminino no estado de Minas Gerais: 13.533 pessoas, com renda de R$275.340,00.

O jogo

Precisando vencer por pelo menos dois gols de diferença para levar a decisão aos pênaltis, o Palmeiras fez um primeiro tempo agressivo, explorando cruzamentos e jogadas de profundidade com Soll, que chegou a marcar um gol aos 16 minutos, mas que foi anulado por impedimento. O Cruzeiro, por sua vez, não conseguiu transformar os espaços deixados pelas adversárias em grandes oportunidades ofensivas. Aos 47, as palestrinas conseguiram converter a superioridade em gol: em escanteio, Poliana antecipou a marcação e cabeceou para abrir o placar no estádio Independência.

Na segunda etapa, o Palmeiras seguiu pressionando e criando chances, mas o Cruzeiro conseguiu o empate com Marília tocando na saída da goleira Tapia aos 20 minutos. Aos 34, Isa Haas chegou a marcar de cabeça, mas o gol foi anulado por impedimento. Mesmo com a melhora das cabulosas, o Palmeiras seguiu buscando a vitória e, aos 39, Amanda Gutierres – artilheira do Brasileirão – marcou em chute de fora da área. O time paulista, no entanto, não conseguiu buscar o terceiro e, com a vitória no agregado, foi o Cruzeiro que avançou para a final.

Laura Leme

Laura Leme

Garcense, internacionalista e apaixonada por esportes. Juntei-me ao Surto Olímpico em junho de 2022 e, desde então, cheguei a lugares onde nunca imaginei estar. Em 2024, tive o privilégio e a missão de ser jornalista correspondente do Surto nos Jogos Olímpicos de Paris.
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