Max Langenhan coroa uma temporada mágica na qual superou lesão.
Surpreendendo um total de zero pessoas, a Alemanha levou mais um ouro em sua história no luge, desta vez com Max Langenhan no individual masculino.
O maior cotado ao ouro era o tricampeão olímpico Felix Loch, filho de Norbert Loch, ex-atleta olímpico e um dos treinadores de maior sucesso no esporte que se aposentou como treinador em 2024. Felix começou muito bem, já batendo o recorde de largada na primeira descida, mas, logo depois, ele teve um deslize e viu o sonho do tetra ficar distante, terminando a primeira descida em nono lugar.
Max Langenhan, por sua vez, vinha de lesão, porém teve as temporadas de 2024 e 2025 mágicas, ganhando praticamente tudo o que disputou e estava entre os cotados à medalha. Ele dominou as três primeiras descidas, estabelecendo e melhorando os próprios recordes de traçado em cada uma delas. Na quarta e última descida, Max já possuía quase três décimos de vantagem para o vice líder; meio segundo para o terceiro colocado e mais de um segundo em relação a todos os demais.
Na descida decisiva, Max não pensou em administrar, antes, melhorou o seu traçado voltando a quebrar o recorde da pista que já era dele. Langenhan foi três décimos melhor do que qualquer outro na quarta descida. Assim, com o tempo total somado de 3min:31s.191 foi quase seis décimos mais rápido do que o austríaco Jonas Mueller e quase um segundo superior ao italiano Dominik Fischnaller, respectivamente, medalhistas de prata e bronze. Felix Loch terminou em 6º lugar.
Com o ouro de Langenhan, os germânicos chegam ao 39º ouro olímpico na história da modalidade dos 53 já distribuídos. Hegemonia completa.










