Ela estará com mais oito personalidades para carregar a bandeira em San Siro.
Ela estará com mais oito personalidades para carregar a bandeira em San Siro.

A ginasta Rebeca Andrade, maior medalhista olímpica da história do Brasil, será uma das oito personalidades que levarão a bandeira olímpica durante a abertura das Olimpíadas de Inverno de Milão-Cortina 2026, no dia 6 de fevereiro. Ela foi convidada pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e pela Fondazione Milano Cortina 2026 para participar do Desfile de Abertura e estará em San Siro, um dos locais da grande cerimônia.
Aos 26 anos, Rebeca já soma seis medalhas olímpicas, duas conquistadas em Tóquio 2020 (ouro no salto e prata no individual geral) e quatro em Paris (ouro no solo e prata no individual geral, salto e por equipes). Ela também é vencedora do Laureus World Comeback of the Year em 2025.
“É uma honra e um orgulho enorme receber este convite do COI para fazer parte do Desfile de Abertura dos Jogos de Inverno. É um privilégio participar deste movimento, estar ao lado de atletas do mundo todo, carregar a Bandeira Olímpica, representar o Brasil mais uma vez em um momento tão especial para todos os atletas e amantes do esporte”, disse Rebeca Andrade, em entrevista ao COB.
A Bandeira Olímpica representa um símbolo de união das nações e integração pelo esporte. O COI escolheu pessoas que representam esse olimpísmo, por meio de suas histórias de vida e consciência social.
“Esta será uma experiência bem diferente para mim. Nunca pensei que, ainda que por alguns dias, pudesse estar vendo bem de pertinho uma edição dos Jogos Olímpicos de Inverno. Estou muito feliz e honrada com a oportunidade”, complementa Rebeca.
Desfile de Abertura
Oito portas-bandeiras estarão no Estádio San Siro em MIlão e dois em Cortina, na cerimônia que se iniciará a partir das 16h do dia 6 de fevereiro.
Além de Rebeca, foram escolhidos: o japonês Tadatoshi Akiba, ex-prefeito de Hiroshima; a artista nigeriana Maryam Bukar Hassan; o escritor e ativista italiano Nicolò Govoni; outro italiano, Filippo Grandi, vice-presidente da Fundação Olímpica para Refugiados; o queniano Eliud Kipchoge, pentacampeão olímpico no atletismo; Cindy Ngamba, primeira atleta da equipe de refugiados a subir ao pódio em Olimpíadas; e Pita Taufatofua, atleta de Tonga.
Em Cortina, estarão o primeiro campeão olímpico italiano da história do esqui cross-country, Franco Nones e a Martina Valcepina, multimedalhista olímpica na patinação de velocidade em pista curta.
