Em competições FIVB, atleta precisa da aprovação do comitê de elegibilidade, que desde dezembro não deu parecer
O Osasco mais uma vez não poderá contar com Tifanny em uma competição internacional. Depois de ver a oposta ficar de fora do Mundial de Clubes, em dezembro, o time paulista continua impedido de escalar a jogadora em uma competição internacional, desta vez no Sul-Americano de clubes. As informações foram divulgadas pelo site Web Vôlei. O torneio vai de quarta a domingo e acontece em Lima, no Peru.
Tifanny é a primeira atleta trans do esporte de alto rendimento no país e compete regularmente na Superliga. Mas para Federação Internacional de vôlei (FIVB) exige que atletas trans passem pelo comitê de elegibilidade da entidade, para ganhar autorização para disputar competições internacionais. O Osasco tentou a aprovação do comitê antes do mundial de clubes, mas não obteve resposta. Resposta essa que até hoje não veio, já que o processo ainda está em andamento segundo o comitê.
Apesar de não ter chances de atuar na competição, Tifanny viajou com o elenco para o Peru. Osasco está no grupo B do Sul-Americano ao lado do Boston College (Chile) e do Olympic (Bolívia). O Sesi-Bauru é o outro representante brasileiro e está no grupo C com Regatas Lima (Peru) e Club de Alto Rendimento (Equador).










