Praia de Manu Bay sediará a quarta etapa do circuito mundial de surfe
Praia de Manu Bay sediará a quarta etapa do circuito mundial de surfe

A Liga Mundial de Surfe (WSL) anunciou, neste domingo (25), a entrada da etapa de Manu Bay, na cidade de Raglan, na Nova Zelândia, será adicionada ao calendário do Championship Tour (CT), divisão de elite do circuito mundial de surfe, para a temporada de 2026. A praia “kiwi” vai substituir a etapa de Jeffreys Bay, na África do Sul, que sai do calendário.
Os principais surfistas do mundo vão conhecer um novo paraíso em 2026, a praia neozelandesa de Manu Bay será parte do calendário do Championship Tour neste ano, como anunciou a WSL, tornando a Oceania o continente mais soberano do surfe mundial com sete etapas ao todo. Estão confirmados 36 homens e 24 mulheres para a disputa do título mundial. Yago Dora, Filipe Toledo, João Chianca, Gabriel Medina, Ítalo Ferreira, Miguel e Samuel Pupo, Alejo Muniz e Mateus Herdy, entre os homens, e Luana Silva, na disputa feminina, vão representar o Brasil em 2026.
A entrada de Manu Bay causou a saída da etapa sul-africana de Jeffrey’s Bay, que não conseguiu angariar fundos suficientes para a organização da etapa, como informou a WSL. O New Zealand Pro vai ser a quarta etapa da temporada e vai ocorrer logo após a perna australiana de Bells Beach, Margaret River e Snapper Rocks.
Punta Roca, El Salvador, Saquarema, no Brasil, Teahupo’o, no Taiti, Cloudbreak, em Fiji, e Lower Trestles, praia sede dos Jogos de LA-28, nos EUA, formarão as demais etapas regulares da temporada com os 60 surfistas garantidos na temporada mais dois convidados por etapa. Surf Abu Dhabi, piscina artificial nos EAU, e Peniche, em Portugal, vão contar com grupo reduzido de 24 homens e 16 mulheres. A etapa decisiva de Pipeline, no Havaí, volta a receber todos os surfistas da temporada. O melhor surfista ao fim dos 12 compromissos em cada naipe será o campeão.
Yago Dora, campeão mundial da WSL em 2025, falou sobre a nova etapa neozelandesa, “obviamente estou muito empolgado em ter um evento que não fica tão longe de casa. Não tínhamos uma esquerda de high performance no Tour, então vai ser irado surfar de backside. A cultura da Nova Zelândia e o estilo de vida de lá são como um sopro de ar fresco, o que é muito bem-vindo quando viajamos tanto. No geral, estou muito animado para esse evento. Ter a Nova Zelândia no tour nos traz um destino de nível mundial quando o assunto são ondas e comida — que, para mim, é tudo com o que eu me preocupo!”
A australiana Molly Picklum, vencedora da disputa feminina do CT da WSL em 2025, também se manifestou, “estou muito feliz com a inclusão dessa esquerda de Aotearoa no Tour. Há muito tempo pedíamos por isso no calendário e finalmente aconteceu! Nunca estive na Nova Zelândia e fico muito feliz por ter a oportunidade de ir pela primeira vez e conhecer o que parece ser uma parte lindíssima do mundo. O lugar parece incrível e há surfistas excelentes da Nova Zelândia, então estou realmente animada para competir em Raglan.”
O primeiro compromisso da temporada será em Bells Beach, na Austrália, entre os dias 1 e 11 de abril, enquanto a etapa decisiva será em Pipeline, no Havaí, EUA, entre 8 e 20 de dezembro.
