Comissário de esportes da União Europeia diz que é grave erro deixar que Rússia e Belarus possam competir sob suas bandeiras

Opinião foi dada logo após a World Aquatics permitir que atletas dos dois países possam competir sob sua bandeiras e hinos

Foto: Reprodução/X
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O maltês Glenn Micallef, que é, comissário de esportes da União Europeia disse que é um grave erro deixar que Rússia e Belarus possam competir sob suas bandeiras.

se opôs à decisão da World Aquatics de permitir que atletas de ambos os países banidos pelo COI exibam seus símbolos nacionais no Campeonato Mundial de Polo Aquático.

A medida, que afeta o torneio que começa na próxima terça-feira, foi duramente criticada por Micallef, que publicou na quarta-feira em suas redes sociais que a Europa não a aceitaria. “A World Aquatics decidiu reintegrar a Rússia e a Bielorrússia com suas bandeiras e hinos enquanto a guerra contra a Ucrânia continua. Essa decisão é um grave erro. O esporte não pode recompensar a agressão. A Europa não aceitará essa normalização”, disse ele.

Seus comentários vieram após o anúncio feito pela World Aquatics no início desta semana de que nadadores seniores russos e bielorrussos seriam autorizados a competir em eventos da World Aquatics sob as mesmas condições que atletas de outras nacionalidades, o que significa que terão o direito de competir com seus uniformes nacionais, bandeiras e hinos nacionais, que estavam proibidos desde que ambos os países foram suspensos em março de 2022, após a guerra na vizinha Ucrânia.

A medida, que afeta o torneio que começa na próxima terça-feira, foi duramente criticada por Micallef, que publicou em suas redes sociais na quarta-feira que a Europa não a aceitaria. Em março de 2022, a World Aquatics excluiu a Rússia e a Bielorrússia das próximas competições internacionais de natação e, em março de 2023, o Comitê Olímpico Internacional recomendou que as federações internacionais permitissem que atletas individuais de ambos os países competissem apenas sob condições rigorosas, incluindo triagem prévia para garantir que não apoiassem ativamente a guerra, seja física ou verbalmente.

No entanto, a organização declarou esta semana que “atletas seniores com nacionalidade esportiva bielorrussa ou russa poderão competir em eventos da World Aquatics da mesma forma que seus colegas que representam outras nacionalidades esportivas, vestindo seus respectivos uniformes, carregando suas respectivas bandeiras e tocando seus respectivos hinos”.

O presidente da World Aquatics, Husain Al Musallam, do Kuwait, afirmou que “nos últimos três anos, a World Aquatics e a AQIU garantiram com sucesso que o conflito permanecesse fora dos locais de competição”, acrescentando que a decisão restaura os direitos de plena filiação da Rússia e da Bielorrússia à organização.

Após o anúncio, a agência de notícias russa TASS informou que a seleção russa feminina de polo aquático competirá na Copa do Mundo de Polo Aquático Feminino de 2026 sob as novas condições, conforme confirmado pela vice-presidente da Federação Russa de Natação, Svetlana Dreval.

Regys Silva

Regys Silva

O surtado original. Criador do site em 2011 e louco pelas disputas da final olímpica do badminton até a final C do skiff simples do remo.Cearense e você pode me achar em Regys_Silva
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