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Bandeira e hino da Rússia retornarão aos grandes eventos internacionais nos Jogos Paralímpicos em Milão Cortina

Desde 2014 a Rússia não compete sob a própria bandeira em Jogos Olímpicos ou Paralímpicos

Regys Silva 2 min
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Bandeira e hino da Rússia retornarão aos grandes eventos internacionais nos Jogos Paralímpicos em Milão Cortina

Atletas russos competirão sob sua própria bandeira nos Jogos Paralímpicos pela primeira vez em mais de uma década, e o hino nacional do país será executado para os medalhistas de ouro.

O anúncio da terça-feira (17)é mais um indicador de que a Rússia e sua identidade nacional serão plenamente restauradas nos círculos olímpicos, bem antes dos Jogos Olímpicos de Verão de 2028, em Los Angeles.

Em um comunicado, o Comitê Paralímpico Internacional informou que o Comitê Paralímpico Nacional da Rússia recebeu seis vagas para os Jogos Paralímpicos de Milão-Cortina.

Será a primeira vez que a bandeira russa será hasteada nos Jogos Paralímpicos desde os Jogos de 2014, em Sochi, na Rússia. Os atletas do país foram inicialmente banidos devido a um programa de doping patrocinado pelo Estado, e as sanções contra a Rússia continuam desde a invasão da Ucrânia em 2022.

Caso um atleta paralímpico conquiste o ouro, será a primeira vez que o hino russo será executado no palco de um grande evento esportivo global desde a invasão.

A Bielorrússia, aliada próxima da Rússia, também está banida desde 2022, mas terá quatro vagas nos Jogos de Milão-Cortina.

“O IPC confirma que o Comitê Paralímpico Nacional da Rússia recebeu um total de seis vagas: duas no esqui alpino paralímpico (uma masculina e uma feminina), duas no esqui cross-country paralímpico (uma masculina e uma feminina) e duas no snowboard paralímpico (ambas masculinas)”, diz o comunicado.

“O Comitê Paralímpico Nacional da Bielorrússia recebeu quatro vagas no total, todas no esqui cross-country (uma masculina e três femininas).”

Em setembro, o IPC votou pelo levantamento das suspensões parciais da Rússia e da Bielorrússia.

No entanto, o presidente do IPC, Andrew Parsons, disse à Associated Press em novembro que não haveria atletas desses países nos Jogos de Milão-Cortina porque as federações esportivas mantiveram as proibições.

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Publicado originalmente em surtoolimpico.com.br

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