Quando desembarcou na Itália para Milano-Cortina 2026 o Time Brasil já dava um recado. Sua maior delegação até hoje numa edição de Jogos Olímpicos de Inverno, com 14 atletas, e boas expectativas sobre o desempenho – que se concretizaram. O país sai de Milão-Cortina 2026 com a primeira medalha da História (e também da América Latina) – o ouro de Lucas Pinheiro Braathen no slalom gigante. Mais que isso, a performance em terras italianas garantiu os melhores resultados brasileiro em algumas modalidades e revelou bons nomes para os próximos ciclos olímpicos.
“Começamos bem, aumentando o número de participantes, aumentando o número da delegação. E fechamos literalmente com a chave de ouro, conquistando a primeira medalha olímpica do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno. E logo uma medalha de ouro”, celebrou Marco La Porta, Presidente do Comitê Olímpico do Brasil.
Isto tudo em uma edição de Jogos Olímpicos bastante diferente, com os locais de competição espalhados num raio de 400km e bastante distantes entre si. O Brasil teve pela frente seu maior número de largadas em provas: 18 no total, superando as 15 de Albertville 1992 e as 14 de Pequim 2022 e garantir que a logística funcionasse foi um grande desafio. “A gente quando chega aqui e celebra essas vitórias não tem a noção do tamanho do trabalho invisível que existiu antes de os Jogos começarem. Para os atletas terem seus equipamentos, roupas, tudo distribuído em quatro centros diferentes eles contaram com todo o apoio do Comitê Olímpico do Brasil, sua estrutura, sua operação. Um time que pensou com muita antecedência, detalhadamente, em cada atleta, cada dificuldade, deslocamento. Precisamos agradecer demais à equipe de operações”, destacou o Chefe de Missão do Time Brasil, Emílio Strapasson.

