Carimbando a má campanha, tudo aconteceu no sentido contrário ao necessário. O Brasil foi derrotado pela Espanha, que até então não tinha vencido no torneio. Além disso, o México venceu Marrocos, que chegou já classificado com o primeiro lugar e se deu o luxo de poupar jogadores importantes.
Em tentativa de mudança, o técnico Ramon Menezes mudou a formação e peças. O time veio a campo com um 4-4-2, a maior surpresa foi improvisar o zagueiro João Vitor (que ainda não tinha tido minutos na competição) na lateral direita, ao invés de acionar o reserva Gilberto. Além da mudança na defesa, o comandante usou Murilo Rikhman na vaga de Rayan Lucas. No ataque, as peças foram as mesmas que jogaram contra Marrocos, na derrota por 2×0, apenas mudando a distribuição de posições.
As seleções tinham uma situação muitíssimo parecida, por isso, o jogo parecia tenso. O Brasil criou 2 chances claras a mais do que a Espanha na partida (4 para o Brasil e 2 para Espanha), mas mesmo assim não conseguiu tirar o zero do placar. Mais uma vez, o melhor em campo foi o goleiro adversário, escancarando a deficiência ofensiva da seleção na competição.