Uma medalha na capital carioca seria a maior vitória da história da modalidade no país. Para as atletas, competir em casa tem um sabor especial. A capitã da equipe brasileira, Duda Arakaki, destaca a motivação extra que é ter a torcida brasileira ao lado. “Não vejo a hora de estar no ginásio, com a nossa torcida. Já vivemos isso em dois Pan-Americanos aqui, mas agora é o Mundial. Representar o Brasil em casa é algo que sonhamos todos os dias”, conta.
Esses resultados são fruto de um trabalho contínuo de desenvolvimento, que envolve desde incentivos governamentais até o esforço de entidades como o Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), responsável por apoiar clubes formadores em todo o país em frentes fundamentais para o desenvolvimento do esporte como, por exemplo, a aquisição de equipamentos, profissionais qualificados para a comissão técnica e a organização do Campeonato Brasileiro Interclubes de Ginástica Rítmica.
Para o presidente do CBC, Paulo Maciel, sediar o Mundial demonstra o crescimento do país no esporte com investimento forte na formação de atletas e a conquista de grandes resultados. “O Brasil vive um momento especial na ginástica rítmica, e muito disso vem do trabalho silencioso feito nos clubes, que formam atletas desde as categorias iniciais, e com a nossa parceria com junto à Confederação Brasileira de Ginástica (CBG). O CBC tem orgulho de apoiar esse processo, garantindo estrutura, capacitação e oportunidades para que o talento floresça. Receber o Mundial é mais do que um reconhecimento é a confirmação de que estamos no caminho certo”, afirma.