O Mundial de Taekwondo de Wuxi, na China, foi histórico, com conquistas inéditas para o Brasil. Encerrado nesta quinta-feira (30), revelou um saldo final fantástico para a Seleção Brasileira. Além de mais uma medalha individual, com Edival Pontes, o Netinho, na categoria até 74kg, o Brasil confirmou sua melhor campanha da história em mundiais, entrando pela primeira vez no pódio por países – terceiro lugar geral, segundo lugar no naipe feminino e terceiro no masculino.
“Mais uma vez, fui vice-campeão mundial, estou muito feliz. O Brasil fez uma campanha excepcional e estar fazendo parte disso tudo está sendo incrível para mim. Essa medalha eu dedico para a minha filha. Muito obrigado a todos pela torcida”, disse Netinho, que perdeu a decisão para Najmiddin Kosimkhojiev, do Uzbequistão, por 2 rounds a 0 (2×4 e 3×5).
No total, o Brasil faturou dois ouros, com Maria Clara Pacheco e Henrique Marques, e duas pratas, com Milena Titoneli e Edival Pontes. Maria Clara interrompeu um jejum de 20 anos do último título brasileiro – e único até então – com Natália Falavigna, em Madri (2005). Já Henrique foi o primeiro homem brasileiro a ser campeão do mundo. Milena chegou à quinta participação em mundiais e à terceira medalha – primeira prata após dois bronzes. E Netinho faturou sua segunda prata, após o vice-campeonato em Guadalajara (2022).
Brasil no topo do ranking
Os atletas participantes receberão pontos nos rankings Mundial e Olímpico de novembro. Os medalhistas receberão 140.00 pontos, para o primeiro lugar, 84.00, para o segundo lugar, e 50.40 para o terceiro lugar. Hoje, o taekwondo brasileiro tem seis atletas entre os dez melhores do ranking olímpico em suas categorias:

