“Devo dizer que o hino nacional foi definitivamente um momento de muita emoção. Eu não cresci querendo ser esquiador, eu cresci querendo ser jogador de futebol, essa foi minha introdução ao esporte. Quando eu estava visitando minha família no Brasil, meus primeiros modelos de atletas eram Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo. Esses indivíduos realmente mudaram o esporte, o futebol, e o esporte em geral, com a coragem de ser quem eles são, apesar de todas as críticas, todas as consequências que vêm com isso. E é essa coragem exata de ser quem eles são, mesmo que eles sejam diferentes, que me inspirou e me fez ir até o meu pai, quando eu tinha seis ou sete anos, e de dizer a ele que eu queria realmente ser o melhor jogador de futebol do mundo. De alguma foram, virei um esquiador, mas pelo menos me tornei campeão”
Lucas terminou dizendo sobre como o seu potencial criativo o ajuda no esporte: “Eu provavelmente estudei mais sobre a criatividade do que sobre esportes, ao longo da minha carreira. E, no fim das contas, eu acredito na diversidade e acho que o verdadeiro diferencial está em se encontrar fora da sua própria área de atuação, aquela em que você está tentando se destacar. Tenho muitos modelos e fontes de inspiração a quem agradecer por ser quem sou hoje e por trazer para casa esta medalha de ouro.”